it’s one of those days

it’s one of those days when everything seems wrong.
it’s one of those days when colors seem black and white and life seems so still.
it’s one of those days when you just want to be there, in the corner, curled up in your bed.
it’s one of those days when to all your family and your friends you’re ‘fine’, you’re ‘happy’, you’re normal.
but you’re not.
it’s just one of those days.


Posted on September/18/2014 With 5 notes
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A vida tem sido tão confusa… Que acho que desisti de tentar entender ela. Vou apenas vivê-la.


Posted on November/5/2011 With 2 notes
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Convivência.

A convivência se torna algo complicado. Quanto mais tempo passa, pior ela fica.
Ao contrário do que todos dizem.
Começamos a entender a mente das pessoas, a conhecer seus passados e presentes. 
A fazer parte da vida delas mesmo quando não temos a intenção.
É. A convivência é algo triste. 
Talvez eu devesse apenas me trancar em um quarto e jogar Angry Birds pela eternidade.

(reverseclock-thinkaboutit) 


Posted on October/17/2011 With 1 note
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Letargia.

Penso que aos poucos tudo se resume a isso. Esse ponto médio entre a felicidade e a tristeza. O amor e o ódio. O calor e o frio. A vida e a morte.

Tudo se resume a uma parte de nós que não chora nem ri. Que não grita nem silencia. Que não pede nem manda. Não tenta e não desiste.

Como você chamaria isso? Não consigo achar palavra que dê um oitavo do significado real.

Então descubro que não vale a pena pensar nisso. Este é o ponto em que ninguém deve mais se mexer, falar, pensar, chorar, voltar, seguir, parar, contradizer, contra-atacar.

Este é o momento em que nós viramos o vento parado. Somos um cartoon inanimado. Somos um último suspiro de quem não mais vive.

Somos quem podemos ser, tentamos o que queremos ter. Acabamos nesse ponto onde nada feito ou deixado de fazer vale mais.

É o momento de fechar os olhos e apenas existir.

(reverseclock-thinkaboutit)


Posted on September/4/2011 With 6 notes
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Hoje.

Hoje eu acordei com aquela necessidade de escrever.
Aquela necessidade de dizer ao mundo como eu me sinto, e de gritar para ele que não me importo com seus julgamentos.
Hoje eu acordei e percebi que não preciso ter medo do mundo, pois ele pode ser meu.
Nada de fugir, nada mais de me esconder.
Hoje eu descobri que posso ser quem eu quiser.
E quer saber?
Hoje eu quero ser apenas eu mesma

(reverseclock-thinkaboutit)


Posted on August/1/2011 With 1 note
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Posso ter prometido…

Posso ter prometido não mais amar, não mais querer, não mais acreditar.
Posso ter prometido parar de tentar, parar de correr, parar de vivenciar.
Posso ter prometido deixar de sentir, deixar de cogitar, parar de viver.

Mas ainda assim você vira meu mundo de cabeça para baixo.
E ainda assim consigo ver minha felicidade em você.
Ainda assim sinto que nossa amizade foi feita para durar.

Ainda assim tenho medo de tentar. (reverseclock-thinkaboutit)


Posted on May/26/2011 With 5 notes
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Gritam desesperança, gritam sede, gritam seca…

22:19, sexta-feira.

Sentada no sofá, com uma TV desligada e uma noite nublada, sem estrelas lá fora. Apenas o notebook em seu colo e seu casaco de inverno a lhe acalentar. O calor deste momento é reduzido a isso. Eletricidade e tecido. Nenhum ser vivo, bicho ou humano por perto. Começa a entender o que é a solidão.

Com o tempo passando e aquele insistente relógio a tique-taquear na parede, os pensamentos começam a flutuar a sua volta. Confusos entre memórias e fantasias, presos nas dores e inrealidades. Como fazer? Por quê? Quando? Por quem?

Perguntas pairando no invisível da noite, contestando esse irreal sentimento de vazio interno. Arrependimento massacrando seus sentimentos como um martelo de concreto a bater constantemente. Começa a deixar de fazer, de pedir, de tentar, de querer.

Começa a subexistir. Começa a falhar. Começa a cambalear.

Logo logo virá a queda. Algo iminente. Ali, entre a mesa e o corredor, perto dos enfeites na parede. Aquelas plantas na estante já não gritam vida. Gritam desesperança, gritam sede, gritam seca. Gritam a morte não-súbita que está por vir.

Ela pergunta-se como poderia mudar aquilo. Seria simples. Um simples copo d’água faria com que a planta continuasse viva por mais alguns dias. E então mais um. E assim sucessivamente, sobrevivendo, nessa constante sede e vontade de viver, de sentir.

Ela então entende que não era muito diferente da tal, e se pergunta se vale a pena tal sacrifício. Um pouco de alento a cada quatro dias a faria sobreviver mais três, e então ao final, mais um pouco. Esmola, era esse o nome.

Triste era o fato da planta pelo menos conseguir energia por si própria, em sua fotossíntese. Mas e se fosse uma eterna noite?

Então sim. Ela e a planta eram iguais. Necessitavam atenção, mendigavam por ela, e agradeciam o pouco que recebiam, ofegando e subexistindo até a próxima coleta de água, luz, vida.

Ela solta uma risada, sem alegria, sem intenção. Sai forçada, inanimada quase. Sai amarga. O que estava fazendo consigo mesma?

Levantar do sofá, largar o notebook, retirar o casaco e se atirar sob o chuveiro. Os 17°C lá fora não fariam muita diferença sob aquela água quase fria que caía em seu corpo. Mas precisava ser regada, não? Precisava subexistir.

E então era só esperar. O tique-taque ainda em sua monótona tristeza sonora. Que esperasse, ela pensa. Espera até a próxima vez em que receberá este pouco de atenção.

E enquanto isso, fica sentada no sofá. A noite sem estrelas lá fora sussurra seu nome com o vento. Mas ela sabe: é tudo parte de sua imaginação.

(reverseclock)


Posted on May/21/2011 With 3 notes
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Posted on April/16/2011 With 4 notes
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Li um post agora que dizia que amigo de verdade consegue ver a tristeza nos seus olhos enquanto os outros apenas vêem seu sorriso. Discordo. Amigo de verdade consegue perceber seu tom de voz um décimo mais baixo, consegue perceber que tudo que você quer é um abraço quando se falam pelo telefone, consegue perceber até que você está forçando as risadas no msn. É, amigo de verdade não precisa olhar nos olhos para saber como está seu coração.

Li um post agora que dizia que amigo de verdade consegue ver a tristeza nos seus olhos enquanto os outros apenas vêem seu sorriso. Discordo. Amigo de verdade consegue perceber seu tom de voz um décimo mais baixo, consegue perceber que tudo que você quer é um abraço quando se falam pelo telefone, consegue perceber até que você está forçando as risadas no msn. É, amigo de verdade não precisa olhar nos olhos para saber como está seu coração.

Posted on April/16/2011 With 18 notes
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Relógio Quebrado

Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Tac.
Tic.
Tic.
Tic.
O que há de errado com o relógio?, eu me pergunto. Então percebo que não é o relógio. Não.
Sou eu.
Meus olhos estão úmidos, mas as lágrimas não caem. Meu coração dói. Muito. Mas ainda assim, nada delas caírem dos olhos. O que há de errado comigo?
Não dormi bem à noite. Então eu me sinto deliberadamente sensível. E cada palavra dita é como uma facada no meu interior. Algo que antes eu achava tão banal. O que houve comigo?
Acho que me iludi ao pensar que conseguiria esquecer. Sabe o que descobri?
Perdoar é uma coisa. Superar é outra.
Fingir que nada aconteceu funciona bem por um tempo, até que eu acordo desse sono surreal com sonhos psicodélicos e descubro o mundo cinza a minha volta. Sabe o que houve?
Meu coração se despedaçou. E passei todo esse tempo com os cacos amarrados sob uma frágil estrutura de enlace.
Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Tac.
Tac.
Tac.
Tac.
É. É o meu coração que agora caiu. Está ali, espalhado no chão. Te desafio a recolher os pedaços. Mais ainda, te desafio a uni-los novamente.
Tic.
Acho que consegui.
Tac.
Agora que começaram, acho difícil que parem de cair tão cedo. Desculpe, travesseiro, por esse banho.
Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Tac.
Tic.
Tac.

Estou perdida dentro de mim mesma, é o último sussurro que parte de meus lábios.


Posted on April/15/2011 With 4 notes
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